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Conselho Pedagógico

O Conselho Pedagógico é o órgão de coordenação e supervisão pedagógica e orientação educativa da escola, nomeadamente nos domínios pedagógico-didático, da orientação e acompanhamento dos alunos e da formação inicial e contínua do pessoal docente.

Composição do Conselho Pedagógico

Presidente (Diretor): Carlos Alberto dos Santos Alves

Coord. DT. Ensino Básico: Albertina Mª.de Sousa Alves Janeiro

Coord. DT.  3º Ciclo: Isabel Cristina Lopes Ribau Almeida

Coord. DT. E. Secundário: Carlos Manuel Ascenção Ferreira

Coord. Dep. da Educação Pré-Escolar: Maria Lucilia Silva Oliveira

Coord. Dep. de Ciências Sociais e Humanas: Ana Paula Sousa Alves Ferreira

Coord. Dep. de Línguas: José Carlos Martins de Jesus

Coord. Dep. de Matemática e Ciências Experimentais: Maria Clara Simões Moitinho

Coord. Dep. de Expressões: Célia Belo Silva

Coord. das Ofertas Formativas: Ricardo Bigote Pinto

Coord. do Plano Anual Atividades: Lurdes Maria Lopes da Costa

Coord. das Bibliotecas Escolares: Euclides dos Santos Griné

Coord. Dep. do 1º CEB: Luis Carlos Domingues Balseiro

Coord de Educação Especial: Cecília Maria Arribança Rato

Coord de Ciclo: Célia Manuel Sim Sim Dias Jesus





 

Conselho Geral

O Conselho Geral é o órgão de direção estratégica responsável pela definição das linhas orientadoras da atividade da escola, assegurando a participação e representação da comunidade educativa, nos termos e para os efeitos da Lei de Bases do Sistema Educativo.

Composição do Conselho Geral

Presidente:
- Isabel Neves
Docentes:
- Ana Ramos
- António Miguel
- Áurea Almeida
- Rosária Manco
- Luís Lourenço
- Guida Alegrio
Pessoal Não Docente:
- Maria Nunes
- Sónia Oliveira
Alunos:
- Gabriel Pacheco
- Maria Silva
Pais e Encarregados de Educação:
- Ana Griné
- Lurdes Ferreiro
- Natália Ribeiro
- Sandra Regateiro
Município:
- Brigite Capeloa
- Bruno Alcaide
- Madalena Santos
Entidades Cooptadas
- Associação Empresarial de Mira: Américo Páscoa
- GNR de Mira: Christophe Pereira
- Clube Domus Nostra: Paulo Grego

Diretor: Carlos Alves

Direção do Agrupamento

O Diretor é o órgão de administração e gestão da escola nas áreas pedagógica, cultural, administrativa, financeira e patrimonial.

Composição da direção do Agrupamento

Diretor Subdiretora Adjuntas
Carlos Alves Lurdes Mesquita

Cláudia Salgado

Helena Bacalhau

Isabel Quitério


 

 

Maria José Rosa Dias de Carvalho

 


 

Maria José Rosa Dias de Carvalho, Zé Carvalho, ou simplesmente “a Zé”, para os amigos.

Professora do Português e Francês, natural de Mira, iniciou a sua missão docente no dia 2 de outubro de 1972. Nesse tempo, por muito que pareça estranho às novas gerações, os mirenses tinham que se deslocar para Cantanhede se quisessem continuar os estudos, ficando obrigados a um conjunto de sacrifícios e trabalhos acrescidos para o conseguir: sair muito cedo, chegar muito tarde, viagens cansativas e demoradas…

Foi colocada pela primeira vez na escola de Mira, como professora agregada do 8.º Grupo B (Português/Francês), no início do ano letivo de 1975-76, passando, em 1977-78, a professora efetiva do quadro de escola, permanecendo no Agrupamento até 31 de janeiro de 2010.

Uma vida inteira, portanto, dedicada ao Agrupamento de Escolas de Mira, no qual se destacou pela sua verticalidade e frontalidade, pela forma como abraçava as causas que fazia suas.

Num tempo de mudança e de esperança, após o 25 de Abril de 1974, participou ativamente na construção e consecução de um sonho antigo - trazer o Ensino Secundário para Mira -, tendo integrado a equipa que liderou esse projeto e que tornou real o que antes não passava de um sonho. De algum modo, muito do que Mira conquistou no domínio da educação e da escola pública é subsidiário da ousadia e da capacidade de sonhar de alguns protagonistas, nos quais se inclui a Maria José.

Ao longo da sua carreira, entre outros, desempenhou os seguintes cargos, a todos se dedicando de corpo e alma: Presidente do Conselho Diretivo do Externato Liceal Dr.ª Maria Cândida, instituição que esteve na génese da atual Escola Secundária; Presidente do Conselho Administrativo (dois mandatos); Delegada da disciplina de Português; Elemento da Comissão Paritária, a partir de 1986-87, por decisão de vários Conselhos Diretivos; Orientadora de estágio da disciplina de Português (Ramo Educacional da FLUC), durante os seguintes anos: 1990-91; 1991-92; 1992-93; 1993-94.

Presença humanista e solidária, figura respeitada e admirada por gerações de alunos e de professores que foi marcando com a sua maneira de viver, de entender o mundo e de ensinar. Espalhou amizade e camaradagem, ensinou comprometimento e empenho, partilhou paixões e convicções, dando a cara por muitos projetos e valores em que acreditava. Ajudou a definir Escola como espaço de crítica, de reflexão e de mudança de mentalidades, no fundo, a Escola de hoje, a escola que se procura alcançar em cada dia.

 


Maria Isabel Rosa Dias de Carvalho

 


 

Maria Isabel Rosa Dias de Carvalho, mais conhecida como Isabelinha Carvalho, ou simplesmente “Belinha”, natural de Mira, professora de Inglês, iniciou funções em 9 de outubro de 1972.

Entre 1977 e 30 de novembro de 2005, desempenhou funções no AE Mira, dedicando toda a sua vida enquanto docente à nossa Escola.

Mulher de ação, dela se recorda a sua atitude proativa, a sua vontade de fazer acontecer, raramente se envolvendo em disputas ou debates, preferindo contribuir com denodo e competência para a resolução de problemas, assessorando, secretariando, sistematizando e coordenando.

Sem surpresa, atendendo ao que ficou dito, desempenhou, recorrentemente, funções de coordenação e de liderança na Escola, destacando-se no cargo de Coordenadora dos Diretores de Turma e Secretária permanente do Conselho Pedagógico enquanto dele fez parte, dando o que de melhor possuía: organização, método, capacidade de trabalho. Trabalhou igualmente no SASE da Escola e na reorganização e dinamização da Biblioteca Escolar, a partir de 1994-95.

Profundamente enraizado na memória coletiva da Escola está o calendário escolar que, décadas a fio, a Belinha criava e partilhava com os colegas, deixando sempre algo de muito seu e de muito profundo através dos poemas que selecionava e incluía naquele documento anualmente renovado.

De uma candura e delicadeza a toda a prova e detentora de uma notável capacidade de trabalho, a “Isabelinha” destacava-se igualmente pela sua humildade e sensibilidade, sendo unanimemente reconhecida como alguém sempre disponível para ajudar um colega, um vizinho, um amigo.

 

Enquadramento

No ano letivo anterior, iniciamos um novo ciclo no Agrupamento de Escolas de Mira, marcando o início de um caminho de reflexão e melhoria contínua com a criação da Equipa de Autoavaliação. Este ano, queremos ir mais longe e, com vista à obtenção da certificação CAF (Estrutura Comum de Avaliação), reorganizamos a nossa equipa, reforçando a sua missão de analisar o que fazemos bem, identificar áreas de melhoria e implementar estratégias para elevar os padrões de ensino do Agrupamento.
A adoção do modelo CAF oferece-nos uma abordagem estruturada e integrada, permitindo uma análise mais rigorosa das nossas práticas e a implementação de ações que promovam o progresso em todas as áreas. Paralelamente, estamos conscientes de que a comunicação interna e externa é determinante para o sucesso deste processo. Por isso, queremos continuar a fortalecer a ligação entre todos os intervenientes — alunos, professores, técnicos especializados, assistentes técnicos, técnicos especializados, assistentes operacionais, encarregados de educação e parceiros —, garantindo que todos tenham um papel ativo.
A Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC) destaca a autoavaliação como um instrumento essencial para refletir sobre a prática educativa e organizacional, identificando pontos fortes e áreas de melhoria, promovendo a participação ativa da comunidade escolar — alunos, professores, encarregados de educação, assistentes e parceiros —, aumentando o sucesso escolar e os resultados educativos através de estratégias fundamentadas em dados concretos e preparando o Agrupamento para avaliações externas, articulando este processo com os procedimentos realizados pela IGEC.
A última autoavaliação externa destacou a comunicação como uma das áreas que requer maior atenção. Reconhecemos que esta é uma dimensão crucial para o sucesso do nosso Agrupamento e estamos determinados em desenvolvê-la, sem descurar outros aspectos fundamentais, como os resultados escolares e o sucesso educativo dos nossos alunos.
Estamos confiantes de que, com a contribuição e o compromisso de todos, conseguiremos alcançar os objetivos que nos propomos e transformar este novo ciclo num marco de progresso e sucesso para o nosso Agrupamento.

Equipa de Autoavaliação
Carlos Alves - Diretor
Vitor Fernandes - Coordenador
Helena Bacalhau - Adjunta do Diretor
Cláudia Salgado - Adjunta do Diretor
Catarina Griné - Docente
Célia Fonseca - Docente
Cristina Carriço - Docente
Conceição Novo - Docente
Fátima Bica - Docente
Hélder Jesus - Docente
Isabel Ribau - Docente
Ricardo Pinto - Docente
Euclides Griné - Docente Bibliotecário
Júlia Pacheco - Não Docente
Paula Alcaide - Não Docente
Matias Barreto - Representante alunos
Carla Claro - Representante Pais/EE
Tânia Petronilho - Representante Pais/EE
Bruno Alcaide - Parceiro/stakeholder

Modelo CAF
(Quadro Comum de Avaliação)

Constitui um ponto de partida para a Melhoria Contínua da organização escolar, proporcionando momentos de reflexão e de análise crítica e construtiva.
São objetivos deste modelo:
● Proporcionar uma reflexão sobre os processos como instituição educativa e sobre a melhoria da qualidade e do sucesso escolar;
● Verifique como a escola realiza o seu planejamento, o desenvolve, avalia e melhora no sentido de realizar com sucesso a sua missão;
● Atingir a melhoria do desempenho global da Organização.


A estrutura da CAF tem 9 critérios que identificam os principais aspectos a ter em conta numa análise organizacional. Cada classificação é composta por um conjunto de subcritérios. Os critérios 1 a 5 dizem respeito aos meios que determinam o que a organização faz e como realizar suas atividades para alcançar os resultados desejados.

 

Nos critérios 6 a 9, os resultados alcançados ao nível das pessoas, sociedade e desempenho-chave são avaliados através de medidas de percepção e indicadores internos. A aplicação da CAF permite obter um diagnóstico qualitativo e quantitativo do desempenho organizacional, bem como um plano de melhorias com as ações de melhoria prioritárias.

10 Passos da caminhada para a melhoria
Fase 1— Início da caminhada
1. Organizar e planejar a autoavaliação;
2. Divulgar o projeto de autoavaliação;


Fase 2— Processo de autoavaliação
3. Formar a Equipa de autoavaliação;
4. Organizar a formação;
5. Realizar a autoavaliação;
6. Elaborar um relatório com os resultados da autoavaliação;


Fase 3— Plano de melhoria
7. Elaborar plano de melhoria;
8. Divulgar o plano de melhoria;
9. Implementar o plano de melhorias;
10. Planeje a autoavaliação seguinte.